“Se eu quiser que ele permaneça vivo até que eu volte, o que lhe
importa? Quanto a você, siga-me!” João 21.22
O que une a humanidade?
Você já parou para refletir no
que, nós somos iguais as outras pessoas?
No meu entender são em nossos
erros, atropelos, palavras malditas, deslizes, equívocos, em todo registro da
história de sua vida e de todas as outras pessoas, existe uma pisada na bola,
uma derrapada. Se a pessoa olhar com sinceridade para o seu passado, ela tem
algo do que se envergonhar e se arrepender. Somos todos réus.
O problema é a presunção humana,
que faz com que, alguns indivíduos se achem melhores do que os outros, aponto
de ficarem julgando e condenando as culpas dos outros. Somos todos pecadores.
O orgulho humano às vezes cria
uma cegueira interior tão grande, que cria uma casca dura do lado fora da
pessoa, a ponto de impedir que essa pessoa consiga se relacionar livremente com
os outros, porque é ressentida. E o remédio que muitos tentam tomar para esta
enfermidade é o isolamento, ou a síndrome do podium “sou melhor do que todos os
outros”.
Pedro no seu encontro restaurador
com Jesus Cristo, após a ressurreição, tinha esses problemas e outros, mas
Jesus o curou dizendo: pare de olhar para o problema dos outros, preocupe-se
com o seu.
Por isso que eu chego à conclusão
de que não estamos sozinhos, somos todos réus e pecadores, a diferença de uns e
de outros é a honestidade. Coragem de reconhecer diante de Jesus, e deixar que
a nova vida seja gerada em sua vida.
Sei que muitos sofrem ou já
sofreram algum tipo de crítica dos orgulhosos e ressentidos, por isso não se
sinta mal, não se culpe, não se sinta frustrado, derrame-se nos braços do Pai e
busque caminhar em humildade nesta terra de réus, olhando aos outros com misericórdia
e graça, como Jesus viveu.
Deus seja convosco.
De um réu, confesso.
Pr. Carlos A M Fernandes
