3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso
Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; 4
Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar
os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos
somos consolados por Deus.
2 Coríntios 1:3-4
A morte de uma igreja é deflagrada quando ela
começa a pensar só para si mesma.
Ao longo da história muitas igrejas morreram
porque perderam a dimensão de servir e ajudar as pessoas. Deixaram de
compreender que a boa nova do Evangelho restaura as suas vidas, e que essa
realidade se cumpre na dimensão da partilha, da doação e do ajudar o próximo nas
suas dores e lutas.
A verdadeira compreensão do Evangelho é saber
que Deus nos restaura, para que possamos restaurar outras vidas, outros
feridos, pessoas que estão sofrendo as dores que nos fizeram derramar lágrimas,
mas que Deus nos consolou e nos curou.
Quando um crente perde essa dimensão de ajudar
e partilhar com o próximo a sua experiência pessoal com Deus, com toda certeza,
ele está perdendo a sua vida e estragando o Evangelho de Cristo. É maravilhoso
quando ouvimos alguém contar a sua experiência pessoal com Deus por esta razão
devemos nos preparar para dar o nosso testemunho pessoal, porque através dele,
o Evangelho fica vivo e se torna eficaz para causar impacto de transformação
com Deus.
Ser restaurado por Cristo é ser capaz de
falar de suas feridas, para que através de seu testemunho muitas vidas possam
experimentar dessa restauração e poder. Quando compreendemos essa dimensão
poderosa da restauração somos mais
fortalecidos pelo Espírito Santo, e contribuímos para o crescimento e expansão
do reino de Deus.
Reconheça as suas dores, deixe Cristo te
restaurar e comece a ajudar os feridos de alma ao seu redor. Confie no Senhor
que Ele te usará de uma forma maravilhosa e realizará um milagre ainda maior em
sua vida. Ele restaurará outras vidas a partir da sua história.
Sejamos uma igreja de pessoas restauradas e
de restauradores de almas.
Na força de Cristo,
Pr. Carlos A M Fernandes

